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Poesia no Metrô – Um torpedo contra a insensibilidade

17/10/2009

metroJá pensou você entrar no Metrô de São Paulo e ter como companheiros de viagem Sá de Miranda, Camões, Bocage, Claudio Manuel da Costa, Gregório de Matos, Gonçalves Dias, Augusto dos Anjos, Florbela Espanca, Bilac, Castro Alves, Alphonsus de Guimaraens, Antero de Quental, Camilo Pessanha, Pessoa, Sá Carneiro, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Drummond, Jorge de Lima, João Cabral e Haroldo de Campos?

Depois de batalhar por oito anos, meu amigo Carlos Figueiredo conseguiu fazer seu sonho virar realidade.  Dia 20, terça-feira, às 11:30h, na estação da Vila Madalena, isso vai acontecer, com a inauguração da primeira etapa do projeto POESIA NO METRÔ. Até o final da semana seguinte serão mais sete estações da Linha 2 – Verde (ramal da Paulista). Vai até dezembro e, sem dúvida será a maior exposição de poesia em língua portuguesa do mundo.

No próximo ano, na 2ª etapa do projeto, vamos ter poemas em todas as linhas para um público diário de uns quatro milhões ou mais. Imagine milhões de pessoas, lendo poesias, todos os dias… Será que as coisas vão continuar iguais, depois disso?  Deve ter gente que nunca se tocou porque nunca foi tocada.

Não deixe de visitar uma dessas estações. Tenho certeza de que você vai se emocionar.

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