De olho numa promoção?

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Estou compartilhando um resumo de cinco dicas de Alyson Garrido, coach de carreira americana, pois concordo e achei bom mostrar para mais pessoas. Veja abaixo, espero que ajude se você estiver buscando uma promoção.

Seja visível

Auxilie seus colegas sempre que puder

Colabore com os projetos dos outros

Participe de grupos de trabalho

Almoce com seus colegas em vez de comer na sua mesa

Use caminhos diferentes quando sair do banheiro e diga olá para colegas que encontrar no trajeto

Esteja presente em eventos corporativos não obrigatórios

Largue tudo

Quando disser a alguém que tem tempo para conversar, ajudar ou responder a alguma pergunta, largue e concentre sua atenção no outro

O telefone, o computador, os relatórios, tudo pode esperar para que você escute ativamente o outro

Leve em conta a maneira com que faz os outros se sentirem ao se aproximar de você

Você não precisa estar sempre disponível, mas quando diz estar, esteja totalmente

Seja pessoal

Saia do papel profissional e compartilhe alguma informação pessoal

Mostre que se importa, perguntando sobre família, férias, hobbies

Cuidado para não parecer intrometido, faça tudo com moderação

Use informações pessoais de seus colegas para construir camaradagem e confiança

Conquiste aliados

Escolha envolver-se naqueles projetos extras que poderão lhe trazer habilidades úteis aos seus planos de crescimento

Se estiver buscando um papel de liderança, seja mentor de colegas mais jovens, eles poderão falar de suas qualidades

Se quiser mudar de esquipe, veja se pode apoiar essa equipe, mostrando suas habilidades transferíveis

Seja seletivo na sua generosidade para ter certeza de que não está se espalhando demais

Não precisa correr

Essas ações não exigem que você corra

Quando você se move muito rápido, a possibilidade de cometer um erro aumenta muito

Reserve tempo para ler emails com mais cuidado

Não precisa responder todas as menagens imediatamente, pense bem na resposta

Seja realista ao estabelecer os prazos de entrega de seu trabalho para evitar expectativas irrealistas

Crie espaços para respirar

Espero que essas dicas sejam úteis. Use sempre que puder, pois poderão fazer a diferença entre você chegar aonde quer ou ficar no meio do caminho.

E essa tal felicidade?

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“A felicidade é um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude são transformados em emoções ou sentimentos que vão desde o contentamento até a alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem, ainda, o significado de bem-estar espiritual ou paz interior”. Li isso na Wikipedia, que tem sido minha companheira constante para estudos variados nos momentos em que fico em casa.

Nesse tempos obscuros, é bom dar uma olhada nos aspectos brilhantes da vida, no amor, na saúde e… no que nos faz felizes.  Vai daí, pensei com meus botões: que tal falar um pouco sobre esse tema tão importante para a vida e as carreiras das pessoas? E essa tal felicidade? Onde encontramos?

Então, sente na sua poltrona favorita e me acompanhe. Se ainda tiver um copo de vinho ou um bom uísque será melhor ainda.

Desde as primeiras eras, a busca por definir e manter a felicidade tem sido tema de inúmeras reflexões de estudiosos. Nos tempos atuais, psicólogos humanistas iniciaram um movimento novo, a psicologia positiva, que recomenda que os profissionais contemporâneos da área adotem “uma visão mais aberta e apreciativa dos potenciais, das motivações e das capacidades humanas”, enfatizando mais a busca pela felicidade humana que o estudo das doenças mentais.

Os estudiosos ligados a essa corrente, concluíram que uma personalidade emocionalmente equilibrada relaciona-se melhor com a felicidade. A estabilidade emocional protege a pessoa contra as sentimentos negativos e prevê uma inteligência social* mais elevada, que colabora na formação e continuidade da coexistência harmoniosa com outras pessoas.

Aqueles que confiam mais nos outros têm maiores possibilidades de comunicar-se bem com mais pessoas, pois também desfrutam de maior inteligência social.

Bons relacionamentos têm a vantagem adicional de criar grupos de apoio para momentos de necessidade, de solidão ou de frustração. Interagir socialmente é um dos aspectos mais importantes para a felicidade.

Alcançar sucesso e realização impõe também que sejam reconhecidos aspectos positivos ao seu redor, demanda enxergar “o lado ensolarado da vida”. A atividade física, a meditação, o lazer, a distração, a família, os amigos, a natureza, a arte, os estudos e, principalmente o amor, são alguns desses aspectos prazerosos. Nem falo de viagens porque no momento isso não está fácil. Claro que depende daquilo que você tem, do que gosta e do que pode fazer. 

Nesse tempo de isolamento, usar as possibilidades que a tecnologia coloca a nosso dispor é a forma mais fácil de obter satisfação com o que a vida tem de bom para nos mostrar. Afinal, nunca se pensou que, em tão pouco tempo, tantas pessoas se familiarizariam com tantas alternativas técnicas.

Redes sociais, aplicativos, buscadores, transmissão online de conteúdo, conversas e filmes, compras, trabalho remoto, video-conferências, são as alternativas que ora estão disponíveis para mantermos nossos relacionamentos, nosso conhecimento e nosso relaxamento e alegria. Sem deixar de lado o velho telefone, que agora é uma ferramenta moderna e acessível a quase todo mundo.

Entretanto, mais do que tudo, saber o que é importante para você, o que lhe traz alegria e autoconfiança é o início de uma trajetória mais enriquecedora. A partir desse conhecimento sobre você mesmo e seus valores, você pode pensar em como aumentar episódios aprazíveis, repeti-los mais vezes e torná-los a base de sua satisfação. 

É preciso ter sempre presente, entretanto, que lamentações constantes, pensamento negativo, falta de confiança nas possibilidades que a vida traz são determinantes para que o fracasso se concretize.

Ah, mais do que tudo, histórias de tragédias, animaizinhos maltratados, crianças abandonadas, opiniões contraditórias sobre cuidados com a saúde podem ser determinantes em processos de pessimismo e depressão.

Enfim, tendo clareza sobre o melhor para você, no que acredita, o que lhe traz satisfação, com quais pessoas pode contar, você poderá direcionar sua vida de uma maneira que lhe traga mais significado e propósito. Com isso, sem dúvida você irá encontrar essa tal felicidade!

Falarei mais sobre isso em breve. Acompanhe.

Informações principais pesquisadas em: Wikipedia; The Economist – 2010 – “Age and Happiness – The U-bend of Life); HSA – Happiness Studies Academy (Dr. Tal Ben Shahar)

Fotos (na ordem): Olia Nayda, Benin Donmez, Tegan Mierle, Dustin Belt e stateofmind.it.

… precisamos falar sobre…*

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Andei relendo nos últimos meses a série “Os Reis Malditos”, onde Maurice Druon** conta a história dos reis Capetos, desde Filipe, o Belo até o rei João II. No livro 7 da série, “Quando um Rei Perde a França”, o autor escreveu isso:

Foto Nik Shuliahim

“O homem é semelhante a um cego que quer negar a luz porque não pode vê-la. A luz é um grande mistério para um cego.”

Esse parágrafo do livro me fez viajar numa longa pesquisa sobre a predisposição que faz com que todos nós tenhamos necessidade de atribuir características humanas a elementos não humanos. Os grandes mistérios a que somos expostos só são imaginados quando os transformamos em imagens concretas. Vai daí que um cego não consegue imaginar a luz porque nunca a viu.

A necessidade humana de tornar concreto qualquer pensamento, de personificar crenças e valores é algo extremamente limitante. Dificulta a fé, por exemplo – alguém consegue pensar em Deus sem ter em mente um velho senhor de barbas brancas? – assim como coloca barreiras à imaginação. Não permite também que o homem esteja aberto a outras dimensões ou universos paralelos, pois sempre que esses dois conceitos nos são exibidos, são baseados em nossa própria realidade.

A criatividade, então, nem se fala. Filmes e livros de ficção trazem seres feitos de luz, por exemplo, mas em formatos humanoides, outros que lembram animais, outros ainda com diversos olhos ou bocas e muitas criaturas exóticas, todas baseadas no que existe no nosso Universo. Se não fosse assim, como mostrar qualquer coisa? (foto Josh Hild)

Empresas usam a personificação, ou linguagem comum para criar propagandas de seus produtos. Essa forma de expressão cria emoções e interação social entre produtos e consumidores, forjando elos de relacionamento. Assistentes personalizados com nome, forma física e voz humana trazem sensações de acolhimento e compreensão.

Isso se chama antropomorfismo. Segundo a Wikipedia, o antropomorfismo é o pensamento que atribui características ou aspectos humanos a animais, deuses, elementos da natureza e constituintes da realidade em geral. (foto copiada de locomotiva26.com.br) Veja Calvin e Haroldo, um menino de seis anos e seu tigre de pelúcia que é seu amigo e confidente.

Nossa incapacidade de imaginar sem usar uma referência concreta talvez seja o que nos manteve incapazes de viajar a outros mundos até agora. Eventualmente essa é a razão de, ao pensarmos em universos paralelos, a primeira ideia que surge é de outros macro-cosmos semelhantes ao nosso, mesmo que existam teorias que desmentem essa crença.

Adoro ficção científica, mesmo que ela use sempre as referências do nosso próprio Universo. Leio e assisto com imenso prazer porque, a mim, desperta a insaciável curiosidade de saber mais e mais. (foto copiada de Turno Zero)

No entanto, o que está à minha mão é esse mundo cheio de contradições, guerras, amores, obras maravilhosas de natureza e, principalmente, aquilo de bom que o homem ainda é capaz de fazer.

Lamento apenas que precisemos viver nossas vidas sabendo que, por enquanto, não temos escapatória para um lugar melhor ou um futuro esperando para nos premiar. Vamos gastar toda nossa energia em fazer desse um mundo melhor! Claro que isso não nos impede de sonhar e imaginar. E nossos netos ou bisnetos poderão ser livres de nossas limitações.

*esse título é inspirado na série “The Young Pope” e na sua sequência “The New Pope”, ambas interessantes e disponíveis na Amazon.

** Maurice Druon, (abril/1918 – abril/2009), escritor francês premiado, foi Ministro da Cultura e de Negócios Culturais em diferentes momentos da França, Recebeu a Grande Cruz da Legião de Ouro.

Sobre Inteligência Emocional

Andei pensando nas competências que são cada vez mais importantes no mercado de trabalho e resolvi sugerir que você descubra como vai sua inteligência emocional. Não chega a ser um teste, apenas algumas perguntas, para você ter o tema em mente. Quer descobrir? Veja abaixo. Se a maioria das respostas for SIM, tudo bem. Se forem NÃO, é hora de começar a trabalhar no assunto.

O assunto não surgiu do nada na minha cabeça. Percebi que qualquer artigo que trata do futuro do trabalho cita Inteligência Emocional como um dos fatores críticos para o sucesso dos profissionais e também das empresas.

No momento, não tenho em mãos uma pesquisa confiável, mas quero acreditar que o sucesso de ambos está diretamente ligado à forma com que as pessoas se entendem no ambiente de trabalho e, em consequência, conseguem trabalhar melhor juntos.

foto Markus Spiske

Por outro lado, nos treinamentos de liderança e gestão dos quais participei, preparados a partir do pensamento mais moderno sobre o tema, um dos pontos mais ressaltados é o poder que a motivação tem para aumentar a produtividade das equipes, muito maior que atitudes autoritárias e distantes. Entender seus liderados demanda muita inteligência emocional, então se você já está ou quer estar numa posição de comando, precisa desenvolver muito essa competência.

Foto de capa de Alex Iby

Riscos: fracassos ou sucessos

Captura de Tela 2019-07-31 às 11.33.10Acredito que é impossível atingir o sucesso sem correr certos riscos. Seja na vida pessoal, seja na vida profissional, em algum momento você vai ter que apostar suas fichas em uma ou outra opção e torcer para que ela seja a certa.

Não vou, claro, recomendar que você corra riscos apenas para mostrar que é corajoso. Isso é bobagem infantil. Corra riscos quando eles forem necessários, mas tomando o cuidado de avaliá-los o melhor que puder antes de tomar qualquer atitude.

Captura de Tela 2019-07-31 às 11.59.41Se for capaz de desenvolver a habilidade de olhar uma situação e julgar objetivamente se vale a pena correr riscos, você terá muito maiores chances de vencer do que de fracassar. Logicamente, para adquirir essa capacidade você terá que ter o maior conhecimento possível das questões envolvidas no problema. Sabendo mais, seus esforços serão menos arriscados.

Captura de Tela 2019-07-31 às 11.34.19Tem que enfrentar um novo desafio? Estude ao máximo antes de ir em frente. Busque informações, fale com quem já passou pela experiência, calcule os prós e contras, defina se é capaz de lidar com a situação se ela sair do controle.

De qualquer maneira, mesmo aqueles riscos que o levam ao fracasso podem aproximá-lo de seus objetivos. Claro que dá trabalho transformar falhas em aprendizado de valor e, mais ainda, originar um plano para atingir um resultado melhor numa próxima vez. Entretanto, isso não é apenas possível, mas pode ser significativo para deixá-lo mais forte e sábio.

Captura de Tela 2019-07-31 às 11.45.56Sabe o que é mais importante? É você ser capaz de sair de uma situação de risco e fracasso aprendendo com ela. Lembre-se que mesmo um fracasso é fruto de um movimento e ainda é melhor sair-se mal em uma situação do que ficar paralisado, sem fazer nada.

Importante também é não medir sua capacidade e suas habilidades por um ou outro momento em que tomou a decisão errada e falhou. Hoje você pode ter se saído mal, amanhã será outro dia e você poderá usar a má experiência como uma alavanca para ir mais alto do que esperava.

Captura de Tela 2019-07-31 às 11.35.55Lembre-se, por último, que outras pessoas poderão ter passado pela mesma situação e poderão compartilhar suas experiências com você. Outras serão capazes até de ajudá-lo, então não acredite que deve fazer tudo sozinho, busque ajuda sem medo. A vida fica mais fácil com compartilhamento de ideias e de capacitação ou mesmo de um simples apoio ou escuta ativa.

Quem sabe uma nova profissão?

Captura de Tela 2018-10-16 às 11.16.46.pngEm tempos de crise, alternativas de trabalho não tradicionais fazem muito sentido. Mesmo não sendo esse o caso, muitas pessoas, especialmente mulheres, infelizmente, passam por momentos nos quais uma carreira tradicional tem que ser interrompida, seja em função de filhos, ou de doenças na família ou mesmo de estar apenas desempregada. Vejam quantas pessoas estão trabalhando com Uber, por exemplo.
Tenho um contato no Facebook, Ricardo Cavallini que é, entre outras coisas, um pensador estratégico, conforme seu perfil no LinkedIn. Ele é um inovador, claro, e seu trabalho é pensar no futuro, e isso inclui pensar em alternativas de trabalho. Outro dia, ele fez um post muito rápido que chamou muito minha atenção. Bem, nesse post, ele citou uma alternativa de profissão para o futuro que faz todo o sentido para mim: personal seller.
Um personal seller é “alguém que pega as coisas que estão encalhadas na sua casa e vende para você”. Você paga uma comissão sobre o resultado e livra-se daquilo que não tem mais utilidade na sua vida. Abre espaço para coisas novas, ganha uns trocados e todos ficam felizes!
Já pensou aquela roupa maravilhosa que não serve mais, mas você tem dó de jogar fora? Pode ser que alguém esteja precisando exatamente dela. Ou os sapatos que você comprou por impulso mas machucam seus pés? Ou, quem sabe, aquele aparelho de som antiguinho, mas bacana, um clássico? Ou você quer comprar um novo computador, mas o seu ainda está legal…
Claro que você pode fazer isso sozinho, anunciando, participando de grupos de desapego, mas dá um trabalho! Eu não tenho paciência, confesso. Para mim, um personal seller seria perfeito.
Captura de Tela 2018-10-16 às 11.22.36.pngUm levantamento do Sebrae realizado ano passado mostrou que o número de pequenos negócios – com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões – no negócio de brechós cresceu 210% em cinco anos, passando de 3.691, em 2007, para 11.469, em 2012. Não sei os números atuais, mas considerando a crise pela qual o Brasil vem passando acredito que esses números permanecem ou até cresceram.
Por falar em Sebrae, eles colocam à disposição gratuitamente algumas cartilhas relativas às melhores práticas para ter sucesso com brechós que talvez sejam úteis para um futuro personal seller, pois devem trazer informações importantes sobre o funcionamento desse tipo de negócio. Entre no site e dê uma olhada, é bem interessante.
Captura de Tela 2018-10-16 às 11.36.30De qualquer maneira, imagino que, se você decidir ir atrás desse tipo de comércio, seria necessário primeiro uma ampla pesquisa sobre as lojas de usados da cidade e arredores. Descobri vários brechós no Facebook, o que seria um bom começo. Para São Paulo, por exemplo, seria interessante conhecer não apenas as da própria cidade, mas daquelas ao redor, da região metropolitana. Talvez até do interior.
Captura de Tela 2018-10-16 às 11.39.07Depois desse levantamento seria necessário estabelecer acordos de fornecimento com essas lojas. Obviamente teria ainda que fazer um estudo financeiro para saber as taxas que iria cobrar, talvez um pequeno plano de negócios. Você poderia agregar outros serviços como o de organização pessoal, da casa ou do escritório.
A partir dessa estrutura básica, você poderia lançar seu serviço, fazer divulgação, enfim, dar início ao seu negócio. Claro que estou apenas dando uma ideia, certamente será necessário muito trabalho para transformar esses comentários em um negócio rentável. Entretanto, considerando o número de pessoas que eu conheço que não sabem o que fazer com coisas que não querem mais, pode dar certo.
Captura de Tela 2018-10-16 às 11.50.00Até achei um dito personal seller no Facebook. O nome é Elefante Branco, e ele mostram sua Missão como “Acreditamos na economia colaborativa, em uma rede de consumo sustentável. Aquela sua roupa no fundo do armário pode ser exatamente o que alguém está procurando. Queremos ajudar quem quer praticar o desapego, circular energia e também, ganhar um dinheirinho.”
Que tal iniciar o seu? Se for experimentar, me avise, serei uma das primeiras clientes.

Colapso Mental? Sobrecarga de Informações tem Solução!

Captura de Tela 2018-04-03 às 11.10.35Há um tempo atrás, encontrei um estudo muito interessante sobre as habilidades exigidas para navegar confortavelmente no futuro (2020 skills IFTF). Todas extremamente relevantes e já falei sobre algumas aqui. Uma delas, particularmente, me chamou a atenção: a necessidade de ser capaz de “selecionar” a busca de conhecimento de forma a não se perder na imensidão de informações a que a atualidade despeja sobre nossas cabeças a cada instante.

Captura de Tela 2018-04-03 às 15.08.43Provavelmente porque sou a rainha de “viajar” na busca, decidi ir atrás de mais. Foi quando cheguei ao conceito de “curadoria do conhecimento”. Descobri a forma de auxiliar a mim mesma e aos outros a evitar uma sobrecarga cognitiva que pode me levar a uma incapacidade de processar adequadamente as informações.

Curadoria

“Curadoria”, para quem não tem familiaridade com o termo, é o processo de encontrar, filtrar e compartilhar um conteúdo relevante e útil para o um público-alvo de sua escolha. Pode ser executada na arte, em conteúdo, tendências, moda, enfim. O compartilhamento pode ser feito de diversas maneiras, simplesmente via Internet ou redes sociais através links e conteúdo incorporado, ou de uma forma mais elaborada, acrescido de análises e comentários específicos.Captura de Tela 2018-04-03 às 11.11.58

Encontrei uma empresa brasileira trabalhando com o conceito, a Inesplorato, que ofereceu um curso, entre janeiro e março desse ano,  para disseminar sua metodologia de trabalho e lá fui eu estudar um pouco mais. Como meu tempo no Brasil era curto – nos últimos tempos vivo entre São Paulo e Roma -, possivelmente não consegui chegar ao melhor resultado. Não sou ainda realmente um curador de conhecimento como aqueles da Inesplorato mas, mesmo assim, tive um grande aprendizado, que vai me permitir evoluir e compartilhar as habilidades inerentes à especialidade.

Curadoria de Conhecimento

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Curadoria de conhecimento aparentemente é um conceito fácil de entender, mas vocês não imaginam a complexidade envolvida na execução, quando se decide fazer isso para outra pessoa ou alguma empresa.

Para começar, requer ética, comprometimento, pensamento estratégico, um esforço enorme e o mais precioso dos recursos, o tempo. Você precisa estar aberto a pensar fora da caixa, sair de sua zona de conforto e não ter medo de desagradar a pessoa que lhe solicitou o trabalho. Além disso, você deve ser capaz de organizar as informações de forma atraente, que desperte a curiosidade e a vontade do outro ir cada vez mais fundo. E, não se faz um bom trabalho sozinho, precisa ter parceiros que movam você em diversas direções e o ajudem a ser mais e mais interessante e instigante.

Captura de Tela 2018-04-03 às 15.15.30O objetivo principal da curadoria é reduzir o tempo e a distância entre as pessoas e aquele conteúdo realmente relevante, que pode trazer transformação. E aí está a maior complexidade da questão: o que é transformador? Você não está ali para agradar, para concordar com aquilo que mantém a pessoa confortável. Você está ali para ajudá-la a abrir-se para novos pensamentos, ideias e realidades que a ajudarão a ir em frente, crescer, ser melhor.

E então?

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Mesmo quando seu “cliente” é você mesmo, todas as demandas do trabalho são exigidas. A “autocuradoria”, se é que existe, para mim é o começo de tudo. Estou testando esse conceito, usando metodologias aprendidas no curso, adaptando-as à minha ação solitária. Pelo menos, já descobri que posso ser um pouco mais organizada nas minhas buscas. Vai ser transformador? Não sei. Quando souber, conto para vocês.

Hora de pensar em movimentos na carreira

Passaram as festas, o Carnaval ficou para trás, a economia está dando sinais positivos mesmo que ainda pequenos. Você, que ficou insatisfeito, mas meio paralisado no seu emprego, com medo de perder e ficar sem alternativas, tem agora um momento de alívio e pode pensar melhor no que quer e pode fazer.

Captura de Tela 2018-03-02 às 17.13.07Possivelmente seus planos contemplam um crescimento, mudança de função, ou mesmo de empresa. Ou talvez você esteja pensando apenas em sentir-se mais feliz com o que faz, mais realizado. Pode ser mesmo que descobriu que precisa integrar melhor sua vida pessoal com a profissional, estar mais presente para sua família ou para seus sonhos.

Independente da razão que está mobilizando você no momento, você é responsável para fazer as mudanças que sua vida está pedindo. Se não levantar da cadeira e começar a agir, dificilmente alguém vai cuidar de suas questões. Então, comece a fazer as perguntas certas para você mesmo.

Quem sou eu?

No que eu sou bom?

O que me traz satisfação?

O que o mercado precisa e eu posso oferecer?

Captura de Tela 2018-03-02 às 16.53.51Se precisar de ajuda, busque. Muitas vezes obtém-se mais clareza quando pensamos com alguém mais, especialmente se for uma pessoa especializada e séria. No entanto, se você apenas obtiver as respostas a essas perguntas, verá que elas poderão ajudá-lo a melhorar seu desempenho, ampliar os resultados positivos que você possa atingir e levá-lo com mais facilidade a um momento de maior realização.

(Publicado em Carreiras e Futuro no dia 02/03/2018)

Desafios da liderança

Liderar é estar à frente de um grupo de pessoas, designar os caminhos a serem percorridos, transformar esse grupo em uma equipe coesa e conduzir essa equipe até os objetivos para os quais ela existe.

Por isso, fizemos uma pesquisa entre amigos para saber quais são os atuais problemas enfrentados no exercício da liderança. Essa pequena pesquisa, com apenas uma pergunta, trouxe aqueles assuntos aos quais daremos preferência nos nossos estudos e no compartilhamento de informações. O resultado, que permitiu mais de uma resposta, foi o seguinte:

  • Lidar com um cargo de maior responsabilidade                                                       28,6%
  • Motivar um grupo pouco produtivo                                                                             21, 4%
  • Lidar com um ou mais funcionários problema                                                          14,3%
  • Conciliar demandas da administração superior com os recursos disponíveis    21,4%
  • Responsabilizar-se pelos erros da equipe                                                                      7,1%
  • Alinhar acionistas inseguros e indecisos                                                                        7,1%

O gráfico resultante está abaixo. Usei Google Forms, um ótimo recurso para pesquisa.

 

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Aguardem os próximos posts. Vamos dar dicas sobre como lidar com essas questões.